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PORTE

“You do something to me”, auto-retrato de Minon-Minon, Berlim, Alemanha, em 9 de março de 2008. “Mas antes disso lhe acontece outra coisa; achando-se à janela do seu quarto, crê distinguir pela rua uma figura com o porte e o caminhar de sua Gradiva.” Sigmund Freud, El delirio y los sueños en la “Gradiva” de W. Jensen [O Delírio e os Sonhos na “Gradiva” de W. Jensen] (1907) in Obras Completas de Sigmund Freud – v. IX. Buenos Aires: Amorrortu, 1ª. reedição, 1986, p. 54. Tradução para o espanhol de José Luis Etcheverry.
Escrito por Leonardo Ferrari às 07h35
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INSENSATEZ

“Bahia Master”, o encontro de Ralph Gibson, Los Angeles e Nova Iorque, com a Bahia entre 2003 e 2005. “Essa insensatez do sonho não significa, pois, uma paralisação da atividade psíquica e é um dos meios expositivos de que se serve a elaboração dele.” Sigmund Freud, O Delírio e os Sonhos na “Gradiva” de W. Jensen (1907) in Obras Completas de Sigmund Freud – v. V. Rio de Janeiro: Delta, 1958, p. 87. Tradução de Odilon Gallotti.
Escrito por Leonardo Ferrari às 08h28
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PALAVRAS

Kate Beckinsale por Matt Jones in Esquire, 16 de fevereiro de 2008. “As palavras de Zoé no diálogo com sua amiga não permitem dúvidas sobre seus propósitos de curar Hanold.” Sigmund Freud, O Delírio e os Sonhos na “Gradiva” de W. Jensen (1907) in Obras Completas de Sigmund Freud – v. V. Rio de Janeiro: Delta, 1958, p. 73. Tradução de Odilon Gallotti.
Escrito por Leonardo Ferrari às 06h41
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VAGABUNDAGEM

Um café na Península do Peloponeso, Grécia, em 1937. Fotografia de Herbert List/Magnum Photos. “Durante sua vagabundagem, à espera do meio-dia, teve um surpreendente encontro.” Sigmund Freud, El delirio y los sueños en la “Gradiva” de W. Jensen [O Delírio e os Sonhos na “Gradiva” de W. Jensen] (1907) in Obras Completas de Sigmund Freud – v. IX. Buenos Aires: Amorrortu, 1ª. reedição, 1986, p. 22. Tradução para o espanhol de José Luis Etcheverry.
Escrito por Leonardo Ferrari às 05h45
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ITÁLIA

Giovanna Mezzogiorno, 33 anos, em Roma. Fotografia de Carlyne Cerf de Dudzeele in Vanity Fair, Estados Unidos, 1º. de março de 2009. “Como se ainda estivesse sob o efeito do sonho, e quem sabe também sob a influência do suave ar da primavera, se criou nele a decisão de empreender uma viagem à Itália, para o que achou em seguida um pretexto científico, “embora tivesse sido empurrado para essa viagem por um sentimento indefinível” (Gradiva, p. 25 da edição brasileira, “Gradiva, uma fantasia pompeiana” de Wilhelm Jensen, Jorge Zahar ed., 1987).” Sigmund Freud, El delirio y los sueños en la “Gradiva” de W. Jensen [O Delírio e os Sonhos na “Gradiva” de W. Jensen] (1907) in Obras Completas de Sigmund Freud – v. IX. Buenos Aires: Amorrortu, 1ª. reedição, 1986, p. 12. Tradução para o espanhol de José Luis Etcheverry.
Escrito por Leonardo Ferrari às 05h34
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PORVIR

Penélope Cruz por Ellen von Unwerth. “Com relação ao porvir, há-de produzir-nos um efeito agradável o fato de a reabilitação do nome que um tão lamentável papel de enfermo necessitado de cura desempenhou diante de nós, continuar avançando até tornar possível que nele surjam aqueles afetos dos quais até então ele não foi senão objeto passivo.” Sigmund Freud, O Delírio e os Sonhos na “Gradiva” de W. Jensen (1907) in Obras Completas de Sigmund Freud – v. V. Rio de Janeiro: Delta, 1958, p. 40. Tradução de Odilon Gallotti.
Escrito por Leonardo Ferrari às 05h45
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FANTASIA ARREBATADA

“Walking on a Dream”, Martine Bjørke Dib por Anniken S. Hannevik, Lørenskog, Noruega, em 23 de abril de 2009. “O mármore e o bronze eram para ele o verdadeiramente vivo e a única coisa que podia dar objeto e valor à existência. Mas a Natureza – talvez com piedosa intenção – o dotou com uma qualidade nada científica que servisse de corretivo às anteriores: uma fantasia arrebatada, que se manifestava não só em seus sonhos, mas também, às vezes, em sua atividade da vigília. Essa dissociação entre seu trabalho intelectual e sua fantasia o predestinava a acabar poeta ou neurótico, incluindo-o entre aqueles homens cujo reino não é desse mundo.” Sigmund Freud, O Delírio e os Sonhos na “Gradiva” de W. Jensen (1907) in Obras Completas de Sigmund Freud – v. V. Rio de Janeiro: Delta, 1958, p. 15. Tradução de Odilon Gallotti.
Escrito por Leonardo Ferrari às 06h25
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